Porque uma coisa que me preocupa de verdade é ver essas tradições desaparecerem com o tempo.
Antigamente, uma simpatia não vinha em um vídeo corrido de 30 segundos. Ela vinha da boca da mãe. Da avó. Da tia. Daquela vizinha acolhedora que todo mundo procurava quando precisava de um conselho e de uma palavra amiga.
Eu aprendi muitas dessas coisas assim. Algumas eram feitas em determinadas épocas do ano, outras tinham ingredientes bem simples do quintal ou da cozinha. Algumas vinham acompanhadas de oração com fé, outras faziam parte do dia a dia da família.
Era um conhecimento popular passado com amor de uma geração para outra.
Mas a memória da gente falha. E quando ninguém senta para escrever, aquilo tudo acaba se perdendo. Por isso resolvi colocar todas essas tradições em um único lugar.
Não fiz este caderno para enriquecer, mas sim por um valor simbólico de um cafezinho (R$ 19,90) para cobrir os custos e a ajuda da minha neta no computador, garantindo que qualquer mãe ou avó possa ter acesso.
Para você conhecer, guardar com carinho e, se quiser, passar adiante para quem você ama.